Já diz o provérbio: Começado e não acabado, vale por estragado.

Neste caso “c’est fini”.

Tem sido uma espécie de monólogo íntimo beber estes dois vinhos. Devagar, sem demoras…sozinho. Até ao fim.

Já é demais sabido que não partilho vinho com quem não conheço. Apenas com a esposa, amigos mais íntimos e alguma família mais próxima, alguns produtores e enólogos. E querem saber uma coisa? Que bem que me sabe assim…

Não me junto com grupos de bebedores nem com confrades de boca sedenta e pingada. Faz-me confusão ajuntamentos muitas vezes sem o mínimo de sabedoria.

Relativamente aos vinhos em questão, o moscatel fui bebendo durante meio ano, o Porto durou cerca de um mês. Fui harmonizando com queijos, tartes de amêndoa, crumble de maçã, mousse de manga, frutos secos, torta de laranja e pouco mais (não sou muito dado a doces), finalizava com café…mas a maioria das vezes foi a solo, pela noite dentro…com a peste a deambular nas ruas!

Ricardo Soares

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