Hoje refugiei-me no passado.

Era costume meus avós da aldeia fazerem maçã assada no fogão a lenha, era talvez das poucas sobremesas doces que comiam frequentemente e quando havia visitas aos almoços de domingo… Lembra-me sempre o cheiro a lenha, do fogão a lenha, o cheiro do açúcar a caramelizar e da canela. E, de vez em quando, mel.

Hoje quis reencontrar este costume. Maçã assada.


Meu avô acompanhava sempre com o seu habitual Porto Lágrima. Eu acompanhei com este José Maria da Fonseca Moscatel de Setúbal Superior 10 Anos. Talvez meu avô também gostasse desta “combina”…

Hoje, além de esboçar o passado, também reparei que a garrafa chegou ao fim…

Ricardo Soares

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