Poderia escrever mil e uma coisas sobre este vinho do Porto. Duvido muito que fizesse algum sentido… Começava por dizer que é um Porto de 30 anos, o produtor, descrevia a prova organoléptica, etc mas tudo isso seria excessivo e torna-se insignificante.

E, sinceramente, leio o que se escreve por aí, nos blogs, críticas, revistas e magazines e não há historinhas mais insípidas e insignificantes. Desprovidos de sentido, emoções e sentimentos, saberes e conhecimentos, experiências e vivências, de significados…

Recuso-me a participar e contribuir ainda mais para esta degradação da escrita que rodeia o mundo dos vinhos.

Voltando a este Porto e a esta foto que o ilustra, a única coisa que direi é que há momentos, chego a esses momentos, em que de repente o tempo pára e acontece a eternidade. Só de olhares, risos e brincadeira e um amor inexplicável… talvez, o melhor Porto que já bebi.

Ricardo Soares

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