Numa “era” em que, infelizmente, quase todas as crónicas de vinhos rondam apenas as notas  organolépticas (risos…) apetece-me debruçar sobre algo diferente.

Sei lá…por exemplo, vinho e barba. Eu, amante de vinhos e barbudo me confesso.

Se repararem, desde os primórdios que o vinho e a barba são para o homem sinónimos de virilidade, de masculinidade e maturidade. Através de uma breve pesquisa pelo Google veremos que ao longo da história de diferentes culturas, aos homens bebedores ou com barba foram atribuídos: sabedoria, potência sexual e status social. Hoje predomina a estética e requinte.

Em algumas religiões a presença e tipo de barba, assim como os vinhos, denotam o grau de importância hierárquica ou até o status social a que o indivíduo pertence.

Se eu for a um psicólogo (sendo eu um deles) talvez me atire tudo isso à cara. A minha mulher talvez me diga que sou apenas vaidoso, peneirento e “esquisito” a beber.

Introspecção: vaidoso, requinte e prazer num bom copo vinho.

Por isso gosto de percorrer e comprar em algumas garrafeiras como a Garrafeira do Jofre, Wine o’ Clock, Garage Wines, Corte Inglês, Garrafeira Nacional, Goliardos, Fernando’s Winehouse e essencialmente directamente nos Produtores.

A barba, além de comprar artigos no Corte Inglês, sugiro que visitem os produtos de excelência dos Barbudos (www.barbudos.pt).

“…Corre por aí que sou vaidoso. Mas eu acho que a vaidade é a coisa mais bem distribuída deste mundo. Vaidosos somos todos nós. A questão está em saber se há alguma razão para o ser ou se se é vaidoso sem razão nenhuma.” – José Saramago.

…E uma barrica de vinho produz mais milagres que uma igreja cheia de Santos…

Ricardo Soares

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