O que as crianças têm de melhor é serem capazes de admirar sem compreender.
Há vinhos que me chegam à mesa, bebo e…admiro sem compreender.

É o caso deste vinho, exige o consumo mínimo de força intelectual, estabelece-se um convívio mútuo, satisfação total ao primeiro gole, com prazer exacerbado, longo e sem grandes demoras.

Apesar de ser de 2013 considero-o ainda um vinho, não direi jovem, mas um adolescente adulto, com boa frescura, suave, elegante, redondo, cheio de sugestões cítricas e tropicais e uma leve mineralidade.

Tudo sem grande esforço de memória. Deleitar apenas.

Ricardo Soares

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