Desde já posso concluir que foi um vinho que harmonizou bem com uma dourada e batatas assadas no forno.
Com 11.5 % álcool, das castas Alvarinho e Loureiro, apresentou uma cor amarela pálida, aromas com alguma intensidade e notas minerais, bem estruturado e equilibrado na acidez.

Mas… irei repetir? Sendo este o primeiro Maria Papoila que bebi ocorre-me uma citação de Vergílio Ferreira: “…o livro banal é o que perde à segunda leitura; o bom livro é o que ganha…” (in Livro, Vergílio Ferreira).

Ricardo Soares

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