Para o mundo dos vinhos a(s) mudança(s) que se avizinha na(s) Revista(s) de Vinhos é sem dúvida um marco histórico.
O que surge agora? A continuação da Revista de Vinhos com outra equipa? A sua última edição? E a criação de uma nova revista de vinhos pela equipa demissionária? Em que moldes se manterão uma e outra? Tantas questões que poderia aqui expor que não teriam fim, mais depressa acaba uma aula de filosofia. Não me compete a mim aprofundar estas e outras indagações mas como consumidor surgem-me “desarrolhares” mais ou menos pertinentes. Aqui vão alguns (que me assustam mais):

– A criação de um novo negócio como neste caso uma revista impressa deve ser iniciada por meio da busca de informações para garantir o subsídio em relação ao empreendimento a ser desenvolvido?

– Uma revista gera informação, publicidade e marketing empresarial.

– Mesmo com o fortalecimento da internet a comunicação impressa ainda é vista por muitos como sendo um veículo de comunicação para conseguir a formação de um vínculo mais forte entre organizações empresariais e seus respectivos públicos.

– No mercado português actual existe diversidade suficiente de revistas de vinhos impressas? Haverá fusões?

– Como conhecer a actividade comercial e os interesses dos leitores para circular a sua revista impressa?

– Há a necessidade do empresário vínico expor os seus serviços e produtos num espaço da revista e publicidade.

– Qual o financiamento para a tiragem da revista?

Já me dói a cabeça e fico por aqui porque a minha mulher já me chama para jantar há mais de meia hora…

Ricardo Soares

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