Numa crónica anterior escrevi sobre o vinho Borlido que ainda permanece na minha garrafeira e, na data em que o escrevi, mesmo sem a conhecer, abordei a sua aguardente velhíssima, aqui.
Recentemente, por mero acaso, e num daqueles encontros imprevisíveis, apresentaram-me a tão famigerada aguardente velhíssima.

Mesmo não sendo eu um apreciador de aguardentes não me fiz de rogado…e ainda bem.
Devido à extinção deste produtor devem ser raras as presenças dos seus vinhos e aguardentes. Da minha parte fica aqui o registo da aguardente e o vinho virá noutra altura…

Ricardo Soares

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