Deixo aqui alguns desarrolhares sobre as próximas crónicas…
Não pretendo criar uma ciência exacta nem desmistificar qualquer teoria ligada ao vinho. Não sou investigador nem tenho tempo para investigações. Deixo a ciência para quem de direito. Quero apenas que me conheçam, digamos assim, como um poeta. Em cada poema (copo) irei beber as suas palavras (vinho) e aí sim transmitirei o meu “eu” redondo e líquido.
Para já ficam apenas alguns apontamentos tirados pela objectiva.

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